terça-feira, 17 de abril de 2012

Grupo de Jovens na porta da Igreja Matriz de Pratápolis, Década de 50. Você Conhece Alguém?
Grupo de Pastorinhas da Igreja Católica comandado pelo Juquinha na Década de 50.
Foto Antiga, João Facão frente, Juquinha ao fundo, e as demais não sei o nome. Vocês Sabem?
Grupos de Senhoras e Senhoritas na porta da igreja Matriz década de 50 em Pratápolis. Vocês Conhecem?
Alunos de Judô na Década de 70 em Pratápolis.
João Justinoe Sinhana com Levi no colo.

Casamento do Raimundo e Sueli. João Justino, Sinhana, Marlene.
Mauri recebendo diploma das mãos do Conego José Maria Luz, e Professora Cidinha.
Minha Mãe Adjair (Dedé), Mari e Mauri (Eu).


Familia do Juquinha, anos 80.Juquinha e Adjair (Dedé). Dia do Casamento.
Juquinha, Adjair (Dedé), Mauri, Marli e Mari.
Mauri, Marli e Mari


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Familia Paulo Domiciano






Alo pessoal,
Tenho muito orgulho em deixar meu depoimento neste Blog tão acolhedor gentilmente administrado pela Mary Noêmia Pimenta.

Meu nome é Paulo Domiciano, Nasci no município de Pratapolis em uma fazenda chamada
“ Antonio Barros”. Mudei para a cidade aos sete anos para cursar o primário, só fiquei por três meses no Grupo Cel. Neca Lemos. Minha primeira professora foi dona Ivone. A diretora era dona Terezinha Fadul. Eu já sabia ler e escrever, e foi tudo muito fácil. Logo a seguir fui para São Paulo e voltei depois de um ano e meio (mais ou menos). Cursei o terceiro e quarto ano com dona Elza Morais. Esses foram os melhores anos de escola para mim. Conheci e fiz muitos amigos. Dona Elza era fenomenal.

Tive também a oportunidade de participar uma peça teatral dirigida pela dona Emilia Arantes. Era a estória do Chapeuzinho Vermelho. Eu com todo orgulho fiz o papel do Lobo Mau... A peça foi encenada no cinema da cidade. Minha Irma (Alice) foi Chapeuzinho Vermelho. Nessa época me chamavam por meu primeiro nome (Odélio).

Hoje moro nos Estados Unidos em Nova Jersey. Sou casado, temos três filhos e cinco netos.
Minha esposa é brasileira e nos casamos aqui. Sou engenheiro eletrônico. Alguns anos atrás tive o privilegio de criaro primeiro Site de Pratapolis. (www.pratapolis.com). Hoje o site foi reativado, e está ótimo, mas sem a minha participação.

Vez em quando vou até a Prata para visitar meu irmão, que todos vocês devem conhecer: O Pastor Juquinha.

Minha mãe e avos maternos eram de Fortaleza de Minas.
Meus avos maternos: Jose Caetano Borges e Lucinda Maria de Jesus.
Minha mãe. Clarinda Paula de Jesus. (Dona Clara).
Meus avos paternos: Sergio Jose da Silva e Emeranciana Alves Pimenta
Minha avo paterna era descendente da família Pimenta de São Sebastião do Paraíso
Meu pai: Francisco Domiciano Sobrinho. (em homenagem ao tio com o mesmo nome)
Meu pai era conhecido por: (Seu Chico Sergio).
Meus outros irmãos carregaram o nome Sergio. (vai entender)?
Abraços.
Paulo

domingo, 26 de setembro de 2010

Meus Professores



Dr. Farid Silva:
Era muito bravo e colocava a gente de castigo, e nos trancava no colégio, sem comida. Quando ele saia, nós corriamos para o vitro e mandavamos recados para as mães, que estavamos famintos. Se meu pai recebia o recado ele dava total apoio ao Dr. Farid e ainda avisava que aquilo era pouco.

Tinha sala onde uma vez por ano ele nos ensinava a embalsamar bichos, aquilo era um nojo e um martírio. Nem vou contar como era feito, mas acredito que a sala exista até hoje. Ele colocava homens de um lado e as mulheres de outro. Tinha seus costumes do oriente médio, nasceu no Líbano. Era médico e não cobrava de quem não podia pagar. Foi o fundador do Colégio de Pratápolis.





Professor João de Deus:
Também professor de português, era conhecido por dirigir cuidadosamente e nós fazíamos piadas é claro. Muito culto, fez inclusive as correções no hino da Prata.



Dita Arantes:
Eu a definiria como uma mulher de mil anos luz, a frente de uma época. Minha professora de português. Ensinava literatura brincando, fazendo teatro. Me lembro das encenações de Gil Vicente, dia 21 de Abril, festas juninas com seus casamentos caipiras, festival da viola e muitos outros eventos, desfile de modas. Eu não tinha o menor jeito para a coisa, pois ria em hora errada, mas ela paciente, ria também.
Com ela adquiri o gosto pela leitura, apesar de ir pelos caminhos das exatas, a Dita me ensinou a ler (No sentido figurado da palavra), pegar em um livro e fazer parte daquela estória, lendo. Saudades! Foi nossa paraninfa da turma de 1974. Tenho até o hoje o livro Pequeno Príncipe, presente de formatura.


Professor Jesu Raimundo de Paula:
Chegou na Prata em meados dos anos 60, fugindo da ditadura militar. Naquela época eu não entendia muito bem o que se passava, a informação não chegava até a população. Meu pai era de extrema direita, amante do regime militar e fazia a nossa cabeça. Classificava-os como comunistas e terroristas. Somente em 1975 quando eu fazia parte do movimento estudantil pela PUC Campinas, vim entender o que se passou com meu querido professor. Nesta época tanto a PUC São Paulo quanto a de Campinas, foram invadidas pelo exercito, a mando do então ditador e Secretário de Segurança de S. Paulo, o maligno, Dr. Erasmo Braga, e vários militantes foram presos e mortos.

Ditadura nunca mais e pela liberdade de expressão sempre! Foram 20 anos roubados, de muito atraso e muita repressão!

Era professor de matemática, com ele herdei o gosto pelas exatas e me formei em matemática no ano de 1976 pela PUC de Campinas.

Professor Keller e Dona Leal Neves keller:
Ele Alemão era professor de latim e inglês, sua pronuncia era um mix de alemão, inglês e português e nunca sabíamos a nota que ele daria nas provas. Segundo o pessoal ela as jogava para cima e as caiam em cima do guarda roupa tiravam dez, para as do chão tinham um sorteio que começavam com 5.

Ela adorável professora de geografia, era capixaba e contava a historia de sua infância.

Professor Vilela:Professor de português e depois passou a fazer parte da direção da escola.

Luzia Cardoso:
Professora de história e apaixonada pela paleontologia, seu filho Max, herdou dela o amor pela paleontologia. Foi Diretora do Colégio, durante o período que eu estudei e me formei no Normal.

Luzia comandou uma passeata contra a ditadura e a policia foi acionada. Quando a policia chegou eles cantaram o hino nacional e ninguem foi preso. O que eu sei é que quem foi na passeata apanhou dos pais. Eu era criança não fui, mas com certeza se tivesse um pouqunho mais de idade estaria no meio.

Cónego José Maria Luz:
Professor de francês e latim, como era bravo! Nós nem piscávamos em sua aula, de tanto medo, ele tinha poderes mediúnicos e fazia hipnotização. A cidade vivia cheia de gente do Brasil todo, atrás de seus poderes de cura, foi afastado pela Igreja Católica, que era intolerante com estas práticas. Era amigo de meu pai gostava de frequentar minha casa, para comer o famoso doce de abóbora, de minha mãe.

Silvia Brazão:
Professora da escola Normal de didática, sorte nossa pois foi a substituta da Dona Terezinha Fadul, uma lenda de brava, se minhas irmãs choravam para dar conta do recado, imagine eu!

Terezinha Fadul:
Foi diretora da escola Cel Neca Lemos e lecionava didática no colegio Normal, ela era bonita e elegante, esta era uma lenda! A cidade dizia que ela era a paixão do Dr. Farid.

Neide de Pádua:
Era professora de ciências, como era difícil tirar nota boa com ela, as suas provas era muito difíceis, ele mudou para Campinas nos anos 70 e veio a falecer de acidente. Éramos vizinhas em Campinas. Seu marido trabalhava no Cartório Elvino Silva Filho.

Professor João Baptista:
Era diretor do Colégio e tinha seus cabelos brancos, ganhou o apelido do Cutandu, apelido carinhoso dado pela nossa turma, que significa algodão doce em Francês (Cotan dulce). Ele ficava no portão da escola olhando o tamanho das saias e eu sempre tinha problemas, com aquela conferência, minha saia era muito curta.

Professor Elias:
Professor da admissão, naquele tempo havia uma preparação para entrar no ginásio, e tinha um livro enorme para estudar e fazer uma prova. Depois aquela tortura acabou e ele virou professor de inglês, mudou-se da Prata e sei muito pouco dele.

Emilia Arantes:
Professora de Moral e cívica, os militares exigiam, assim como Fidel nos tempos de hoje e eramos obrigados a ter aulas de civismo, uma vez por semana havia o hasteamento da bandeira e tinhamos que preparar o discurso para toda a escola e cantávamos o hino nacional. Além dos disfiles do 7 de Setembro, pela ciadade inteira. Apesar do tema ela era adorável.

Meus professores do Grupo (Primário):
Ana Cintra, Zezinho Brazão, Joana Darc Cardoso, Silvia Brazão e a Dona Tereza Nunes.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Familia do Wander Braga


Foto antiga da famillia de meu pai. Tirada em Pratapolis, 1936. De pe, da E. a D.:Saint-Claire Braga, farmaceutico e professor de grupo em Pratapolis, Itau e Morro do Ferro;
Andre Huber, imigrante da Alemanha, veio para o Brasil para liderar a construcao da fabrica de cimento de Itau, um grande mecanico; Alfredo B. tambem farmaceutico em Itau; meu avo, Arthur Augusto Braga, que era dono da Farmacia Galeno. Note o espaco entre estes dois ultimos-- era para ser o lugar da esposa de vovo, que faleceu o ano anterior (1935). Ainda de pe: Arturzinho B, padeiro em Itau;Geraldo Duarte, que foi prefeito de Pratapolis no inicio da decada dos 50's; e entao Carlos Augusto, meu pai, dentista em Pratapolis e Londrina, casou-se com minha mae Waldomira em 1939 , teve 7 filhos, falecido em 1973. Sentados: Nair B, com duas filhas: Rita (de pe) e Mariana (colo); Arabela Huber(sempre morou em Itau de frente a fabrica); Dina Braga, solteira nessa ocasiao, mas casou-se mais tarde com tio Frederico, tambem imigrante alemao, que trabalhava na farmacia com vovo e tambem tinha conhecimento de eletricidade--foi da equipe que eletrificou a futura Praca Dr. Farid; Teresinha (de pe), filha adotiva de tios Andre/Arabela; Inez, solteira toda a vida, vivia na casa de vovo; Maria Augusta (tia "Liquinha", com filho Gualter no colo), que foi minha professora no grupo Neca Lemos; e finalmente tia Jandira, que mais tarde casou-se com Joao Pimenta de S.S. Paraiso (creio que nao e parente de seu marido). Tios Abelardo e Jandira eram surdos-mudos. No total meu avo teve 10 filhos vivos; me disseram que minha avo teve o total de 18 filhos (!) , com oito morrendo logo apos o nascimento.
Sinta-se a vontade de publicar no seu blog na secao "gente" com qualquer alteracao "editorial" que quiser fazer. Mais tarde te envio foto de vovo com um grande amigo dele e uma nota de jornal ofical de B. Horizonte em relacao ao seu falecimento. Vovo comecou a carreira de farmaceutico em Pratapolis em 1905. Por varias decadas nao havia medico la, pois Dr. Farid, que foi grande amigo de nossa familia, so veio praticar ali por 1940. Desta forma vovo foi um "medico geral" por anos-- diziam que ele fez o parto da metade da populacao de Pratapolis antes dos anos 40's. Sem duvida ele sempre foi minha inspiracao pessoal.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Pratápolis -1935 - Vista parcial da cidade


Uma foto rara de Pratapolis, creio que data de 1935. A igreja ao fundo e a foi demolida no fim daquela decada. Minhas tias contavam estorias de quantas moedas, aneis etc encontraram debaixo do piso de madeira. Um pouco mais abaixo e a esquerda se ve a casa de esquina do Seu Mizael Lemos;a segunda, mais escura e abaixo, era do Seu Manoel Forca e Luz. Ve-se tambem mais abaixo a torre e pavilhao das instalações elétricas. A casa de meu avo, Arthur Braga, dono da Farmacia Galeno, era do lado do "seu" Mizael; minha familia morava de frente ao "seu" Manoel (so o telhado aparece). Diretamente de frente da igreja havia uma "praça" grande que terminava (as direitas) no Grupo Escolar. Ali soltavamos papagaios e corriamos das boiadas que sempre traziam por ali. Note que a 1a. fileira de casas e a rua de baixo; se ve bem a rua do meio (a direita) e naturalmente a rua de cima que passa abaizo do grupo. No meio da foto se ve uma "praca" com uma "gruta" que mais tarde virou a Praca Dr. Farid; me lembro bem quando aquela construcao comecou ('46-'47). Imagino que a foto foi tirada junto aos trilhos da velha Mogiana . Foto e comentarios enviados por Wander Braga.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

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sábado, 29 de agosto de 2009

Minha Familia

Meus filhos: A eterna paixao pelo SP, desde Pequenos. Tony, Tele Santana e Leo.

Mulheres: Zelia, mamãe, Luzia, Eu e Marli de pé - Piracicaba em dez-2008
Minha paixão Menor: Luiz Antonio (Tony)
João Pimenta (meu marido) Leo, Tony, Kellen (namorada do Tony) e Thiago (sobrinho)
Minhas paixões Tony e Leo - Formatura do Tony PUCC em Jan-2009
Eu, a skol, minha mãe (Cláudia) e Zélia (irmã) ao fundo
Eu (Noemia Pimenta)
Minha paixão maior Leonardo Henrique (Leo)
Acima Tony e abaixo Leo e eu.
Falando um pouco de nós: Meu Pai faleceu há 20 anos e Minha mãe esta vivíssima e tem 83 anos. recentemente sofreu uma queda e quase nos deixou, mas como é uma guerreira, sobreviveu e vem se recuperando aos poucos.

Zélia: casou-se, ficou viúva e aposentou-se. Trabalhou em grandes empresas: Clark (Eaton), Coca Cola, Wabco, como secretaria bilingue e hoje é professora de inglês na rede pública.

Marli: Aposentou -se como professora de português na rede publica e hoje é professora de rede municipal, além de dar cursos extras curriculares, como pratica de formação na PUCC e Unicamp. Corrige vestibulares de português da turma de medicina da PUCC.

Luzia: aposentou-se como diretora de escolas da rede publica, era diretora da escola de línguas da Prefeitura de Campinas e casou-se com um francês e mora em S. Pedro (interior de SP), mas passa temporadas na França.

Noêmia: Não lecionei desde que mudei para Campinas, sou Tesoureira de uma multi nacional, de grande porte, Kidde Brasil (empresa do grupo americano UTC), do qual fazem parte empresas como a Carrier, Otis Elevadores, Pratney Witney, Sirkoski entre outras. Viajo muito e as vezes trabalho na Argentina, em Buenos Aires, Capital Portenha. Não tive coragem de me aposentar. Amo meu trabalho. Meu marido é ex-bancário aposentado e meus filhos: Leonardo: Estudante de Engenharia da computação, tem 23 anos, e trabalha no mercado de Informática. e Luiz é formado em Administração pela PUCC, tem 21 anos e cursa sua segunda faculdade, Economia também pela PUCC, trabalha no ABN Amro Bank (Banco real), na parte de vendas.

José e Donizete: são ex-bancários aposentados

domingo, 2 de agosto de 2009

Formatura 1972 - última turma de Normalistas

Da esquerda para a direita: Fátima (Delfinópolis), Sirlene (Tatão), Noemia (eu), Rosa (Neca) Terezinha, Sonia e Angela Palmeiras.


Esta foi a última turma de normalistas. Depois foi criado o magistério. Tenho muitas saudades daquele tempo, e de alguns professores: Jesu, Dita Arantes, Vilela e outros e também das "Colegas de Trabalho", principalmente a Mila (Emilia Martins Arantes). Nós éramos inseparáveis e Mila foi uma das pessoas mais importantes na minha vida, uma amiga, uma irmã. Nós dividíamos tudo, de roupas a sapatos, livros, dúvidas, mágoas, a falta de juízo em comum. Temos histórias para contar. Depois a vida nos separou e seguimos os nossos rumos.

Se você fez parte desta turma, me envie a sua foto. Fomos até Passos tirar as fotos para a confecção do quadro, que ficaria exposto na Diretoria do Colégio. Tenho muita curiosidade para saber se este quadro ainda existe.

Na foto a paranifa Dita Arantes, e a sua esquerda estão: Sirlene, Vicentina, eu, Emilia, Elza. Acima o Airton o único homem no meio da mulherada.

Formandos: Noemia Queiroz, Solange Baranowisk, Sonia Queiroz, Vicentina Duarte, Rosa Pedroso, Nair, Maria de Fátima Costa, Fátima, Emilia Arantes, Elza, Nadir, Regina Brazão, Elizabeth Brazão, Reilda Brazão, Angela, Olivina Cunha, Airton, Terezinha, Rosa Ribeiro, Maria das Graças, Nilza, Maria Aparecida Calçavara, Gilsa. Rosilene Passos.

Nossa paraninfa foi a Dita Arantes, nossa professora de português, muito querida por sinal.
Faltam ainda alguns nomes.

Lendários - Chiquinho das Abelhas e Chiquinha Golota

Esta é Chiquinha Golota, pessoa amada da nossa Pratinha
Este é o Chiquinho das Abelhas, nem tanto amado quanto a Chiquinha



O Chiquinho é famoso na cidade pelas suas habilidades com o bichos. Eu confesso que morria de medo dele, ainda mais que um dia, ele veio ao meu encontro, em plena Fonte Luminosa (Point da cidade), munido de abelhas e cobras e me deu um beijo. Fiquei umas duas horas no banho me desinfetando, passei um litro de álcool no corpo. Minhas amigas diziam que eu iria ficar cheia de cobreiro. Fui até a casa da Tia Mariinha me benzer. Não deu nada não!

Luciano Gardenal:

Conhecido fora das fronteiras do muncipio, uma figuraça, ele pensa que é um caminhão!

Igreja Matriz -N. Sra. do Rosário

Imagem Sacra do Divino Esirito Santo. Soube pelo Jornal Nacional que havia sido roubada, não sei informar se foi recuperada, veja a reportagem no link abaixo:

Jornal O Globo







Fotos obtidas na internet

Foto de autoria de Fabíola Dias
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365445267784912258" border="0" />Lateral da Igreja N. Sra. do Rosário, uma das mais belas Igrejas que eu conheci. Fotos de autoria de Fabiola Dias
da Igreja Matriz - N. Sra. do Rosário - Foto de autoria de Fabiola Dias



Algumas fotos acima foram obtidas na internet. Assim que os autores identificarem suas fotos, seus créditos serão concedidos.

Filhos Ilustres - faltam dados para completar esta página

Algumas fotos foram obtidas no blog: www.pratapolis.com








1) Max Cardoso Langer - Paleontólogo, natural de Pratápolis, Filho de Luzia Cardoso Langer. Veja o CV no link abaixo:

Max Cardoso Langer

2) Consuelo de Paula - Filha do Luiz da Farmácia, cantora, suas musicas são inspiradas nas congadas e temas regionais e folclore. Uma interprete de alto quilate da nossa MPB. Ouvir suas músicas nos leva ao passado. Veja no link abaixo o site da cantora:

Consuelo

3) Gui de Pádua - Paraquedista, apresentador de TV (esportes radicais), agricultor, adm. de empresas e cineasta. Filho da Maria Elisa Cunha, minha vizinha e amiga. Lembro-me de quando nasceu, eu ainda morava na cidade. Veja no link abaixo o site do Gui.

Gui de Pádua

4) Wagner Ribeiro - Empresário ligado ao futebol, Sócio majoritáro da Traffic. Filho da Zenir. Veja detalhes no link abaixo. Wagner é um dos empresários mais famosos do Ramo.

Wagner

5) Dr. José Marcos Pereira, dermatologista, famoso por suas participações no Domingão do Faustão, tem um Currículo invejado:
Formado pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo em 1975.
Em 1976 recebeu o prêmio Armínio Fraga, por seu trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Dermatologia.
Três anos de residência médica em Dermatologia na Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo(1976 a 1978).
Título de Especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Dermatologia em 1979.
Em 24 de Abril de 1985 recebeu o título de Professor instrutor do Depto. de Medicina da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, pelo Conselho Departamental.
Lecionou no Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo por 23 anos.
Proferiu inúmeras palestras em todo Brasil e Exterior.
Vários trabalhos científicos publicados no Brasil e Exterior.
Em 1997, recebeu o Certificate of Membership, as member in good standing in the following category - Nonresidente Fellow


José Marcos


Cónego José Maria Luz: Foi o pároco nos anos 60 e 70, tinha poderes paranormais. Uma pessoa iluminada e cheia de tradições. Tinha o poder da cura, eu mesma presenciei quando minha irmã Zélia, esteve muito doente. Não tenho fotos dele para publicar, espero alguém me enviar.

Favor me enviarem novos nomes, estou fora da cidade há 30 anos.

Coronel Neca Lemos -
Deu nome a Rua principal da cidade, a rua de baixo e era lá que eu morava. Morei em outra ruas também. Antigamente as pessoas passeavam nesta Rua aos sábados e domingos a noite. Naquela época não existia a fonte luminosa (point da Juventude). Depois o point passou para a Fonte. As pessoas ficavam dando voltas na fonte, ouvindo as valsas de: Strauss, Chopin, e outros clássicos. Iam mulheres de um lado e homens do outro, em fila indiana, mas em grupos. Lá era ponto de encontro, lugar para colocar o papo em dia e paquerar. Como sai da cidade há muito tempo não sei se ainda existe esta cultura. Muitos namoros começaram lá. No link você encontrará a árvore genealógica da família Lemos.